Das gravações em pedra à era digital

O homem sempre quis conhecer o tamanho e o valor de seu patrimônio. Por isso, pode-se afirmar que a contabilidade é tão antiga quanto a civilização humana. Por volta de oito mil anos a.C., no final do período neolítico – também conhecido como “era da pedra polida” – os suméricos, babilônicos e assírios faziam o registro de seus bens em pequenas peças de argila, que ficaram famosas como “Tábuas de Uruk”. As gravações combinavam o figurativo com o numérico: desenhava-se o animal cuja existência se queria controlar e o número correspondente às cabeças existentes. Desta maneira, era possível confrontar as variações positivas e negativas do patrimônio, o que se assemelha ao “Princípio da Competência”.

Mais adiante, cerca de seis mil anos a.C., movidos pela necessidade de proteção à posse e organização econômica, os egípcios foram os primeiros povos a utilizar o valor monetário em seus registros, criando as “Partidas de Diário” e o “Princípio do Denominador Comum Monetário”. Seguindo o curso de história, dois mil anos a.C., os gregos passaram a escriturar contas de custos e receitas e a confrontar esses dados para apuração do saldo. Eles aperfeiçoaram o modelo egípcio estendendo a escrituração contábil às várias atividades, como administração pública, privada e bancária.

Esta é apenas uma pequena parte do riquíssimo acervo da História da Contabilidade, que começa com as primeiras civilizações, no Mundo Medieval, e evolui até os dias atuais, período chamado de Mundo Contemporâneo, iniciado em 1841. No entremeio estão o Mundo Medieval, de 1203 da Era Cristã até 1494, quando surgiu o conceito das “Partidas Dobradas”, e o Mundo Moderno, entre 1495 e 1840.

UM SALTO NA HISTÓRIA

Mas vamos nos ater às últimas três décadas dos nossos tempos, o Mundo Contemporâneo. A partir da segunda metade da década de 1980 os processos contábeis passaram por mudanças por significativas em virtude da evolução tecnológica e das mudanças significativas nas legislações trabalhista, tributária e fiscal brasileiras. Com a máquina de datilografia, o trabalho manual de escrituração contábil foi substituído pelo mecânico. Logo em seguida, vieram os computadores e a era eletrônica, ou digital.

A tecnologia trouxe consigo o fim do retrabalho. Acabou-se o tempo em que o contador precisava lançar a mesma informação diversas vezes para obter os relatórios desejados. Hoje, os lançamentos são feitos uma única vez e, com um clique, os sistemas são abastecidos e os softwares processam os dados e disponibilizam relatórios até pouco tempo inimagináveis.

Essa nova era exige que o profissional de contabilidade evolua no compasso dos avanços tecnológicos e da economia. Menos operacional e mais estratégico, o contador precisa estar permanentemente atualizado em relação às mudanças das legislações e faz parte de sua função apoiar a gestão das empresas e auxiliá-las nas decisões econômico-financeiras.

ATUAÇÃO ESTRATÉGICA

É exatamente assim – com uma equipe especializada, motivada e focada nas necessidades estratégicas das organizações – que a STC Gestão Contábil trabalha. No atendimento aos seus mais de 250 clientes, nossa empresa atua em uma área de grande complexidade, que demanda informações rápidas e confiáveis. Nossa missão é proporcionar soluções inovadoras e capazes de apoiar os clientes em suas tomadas de decisões, fazendo da contabilidade, cada vez mais, uma ferramenta de gestão de negócios.

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